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O Blog da Santa Casa da Misericórdia de Torres Vedras

As últimas notícias sobre o Lar de Nossa Senhora da Misericórdia, Clínica Domus Misericordiae, ERPI, Creche, Jardim de Infância, CATL, Centro de Dia e Serviço de Apoio Domiciliário

O Blog da Santa Casa da Misericórdia de Torres Vedras

As últimas notícias sobre o Lar de Nossa Senhora da Misericórdia, Clínica Domus Misericordiae, ERPI, Creche, Jardim de Infância, CATL, Centro de Dia e Serviço de Apoio Domiciliário

Governo avança até final do ano com formação para dirigentes da economia social

 

O Governo vai avançar, até ao final do ano, com um plano de formação para os dirigentes das instituições do sector da economia social de todo o país, anunciou o ministro da Solidariedade e Segurança Social. Pedro Mota Soares explicou que "o facto de as instituições de economia social não visarem dar lucro não quer dizer que não tenham de ser bem geridas", no encerramento das conferências sobre economia social, organizadas pela Cooperativa António Sérgio para a Economia Social, que decorreram em Lisboa. 

Em declarações aos jornalistas, o ministro adiantou que se trata de um programa de formação inserido no Programa Operacional de Potencial Humano (POPH), específico para os trabalhadores e dirigentes das instituições que trabalham na área da economia social. "Queremos mudar o paradigma entre o Estado e as instituições sociais e dentro do programa do POPH será feito um programa específico dirigido para instituições sociais, para dirigentes e trabalhadores destas mesmas instituições, que vai servir para assegurar a sua formação e a sua capacitação", explicou Mota Soares. 

O governante acrescentou que essa formação será feita "apostando em boas regras de gestão com uma visão de futuro e mantendo sempre a aposta na sustentabilidade destas mesmas instituições". 

Pedro Mota Soares disse que o seu ministério está neste momento a contactar as diversas instituições, para saber com rigor o número de pessoas interessada em participar na formação, de modo a "pôr os devidos recursos para que este programa possa funcionar". 

O Voluntariado como Prática Corporativa

 

Já se pode notar um número crescente de pessoas, particularmente de empresários - homens e mulheres - que passaram a considerar ser da sua responsabilidade o acto de intervir positivamente em prol de uma sociedade mais justa e solidária. 

 

É vasto o leque de motivações que une essa classe de pessoas nas suas demonstrações de participação cívica e acção voluntária, sendo evidentes factores como o sentido de devolução social (give-back), consciência de civilidade e cidadania, inconformismo e mesmo descrédito nas instituições públicas que, em tese, deveriam ter essas responsabilidades (raciocínio derivado do Contrato Social de Rousseau).

 

O voluntariado social é uma das formas de organizar os que querem pôr seus recursos, conhecimentos, habilidades, experiência, tempo e motivação ao serviço do próximo, da redução das desigualdades de oportunidade e da diminuição das barreiras estruturais que limitam o exercício completo da cidadania de pessoas em situação desfavorável.

 

Historicamente, fazer trabalho voluntário significava, na maioria das vezes, um exercício pontual de caridade, geralmente motivado por compaixão, religião, vivência próxima a determinada causa ou, na ponta negativa, interesses de promoção pessoal ou controlo social. Por muito tempo, o voluntariado não se conseguiu  desligar da tradição filantrópica assistencialista e paternalista.

 

Nas últimas décadas, porém, uma série de transformações mundiais e locais começaram a mudar drasticamente esse panorama. Essas transformações são resultado da conjugação de diversos fenómenos, dentre os quais:

 

1- a mudança do papel dos Estados Nacionais (que cada vez menos conseguem garantir o bem-estar social igualitário),

 

2- a crise de credibilidade dos partidos políticos (que perderam legitimidade perante a população como mecanismos eficazes para a promoção das mudanças sociais necessárias),

 

3- o fortalecimento gradual das organizações da sociedade civil (ONGs), como contraponto à hipossuficiência do Estado e

 

4- o agudizar dos problemas económico-sociais - tais como desemprego e violência - que passaram a afectar diretamente não apenas os grupos de baixo  rendimento restritos às regiões periféricas (ou países do 3º. Mundo), mas também os segmentos de médio e alto rendimento, independente de região, ocupação e mesmo formação.

 

Nesse contexto, o 3º. Sector tem-se apresentado aos cidadãos e empresas como um ecossistema mais comprometido com a concreta transformação das realidades sociais negativas que afectam a vida das comunidades e, portanto, dos indivíduos.

 

As pessoas começam a perceber que, pelo voluntariado, podem não apenas ajudar a construir uma sociedade mais equilibrada, como também encontrar uma alternativa ao modelo individualista de que se tornaram reféns.

 

As empresas modernas, por sua vez, percebem uma oportunidade relevante de alavancar as suas metas de negócios através da sua postura de cidadania corporativa, visto que contribuir para o desenvolvimento e manutenção do seu ecossistema e para o incentivo à formação de cidadãos melhores (potenciais trabalhadores e consumidores) é missão que, de certa forma, lhe traz resultados, além de certa dose de admiração social.

 

Essa conjunção de factores vem desencadeando uma repaginação conceitual do chamado trabalho voluntário e de suas prerrogativas tradicionais.

 

O exemplo do que vêm acontecendo em todo o mundo, muitas empresas  começam a reconhecer o valor do incentivo e apoio ao envolvimento e desenvolvimento dos seus colaboradores como agentes voluntários nas suas comunidades, geralmente reforçando com compromisso pessoal e presencial o tradicional apoio financeiro dado por essas empresas aos diversos projectos ou programas sociais capitaneados por ONGs e representantes dessas comunidades.

 

Por  outras palavras, não basta financiar, há que arregaçar as mangas, literalmente. Como efeito prático, tal atitude tem resultado na satisfação pessoal para o funcionário voluntário e inúmeros benefícios para a comunidade, gerando directa ou indirectamente enormes ganhos para a empresa envolvida no processo.

 

Fonte: E - Consulting Corp

Helena André: Parcerias entre o Estado e instituições privadas “são virtuosas”

A ministra do Trabalho e da Solidariedade Social, Helena André, considerou hoje que as parcerias entre o Estado e as instituições privadas de solidariedade “são virtuosas” no seu papel social e, sobretudo, no combate ao desemprego.

 

“É muito importante que se possa aliar a construção de equipamentos sociais, com objetivo de melhorar a qualidade de vida das famílias e utentes, à criação de novos postos de trabalho, sobretudo em meios mais pequenos do país”, disse.

 

No final da inauguração e bênção do Lar de Idosos da Santa Casa da Misericórdia de Leomil, no concelho de Moimenta da Beira, Helena André disse aos jornalistas que, durante o período de construção dos mais de 800 equipamentos sociais em curso no país, serão temporariamente empregadas mais de 16 mil pessoas.

 

“Para além do papel social, em que é dada resposta a famílias e utentes, apoia a luta contra o desemprego, que é um flagelo da nossa sociedade”, sublinhou.

 

A ministra do Trabalho e da Solidariedade Social apontou que depois dos mais de 800 equipamentos sociais previstos para o país estarem em funcionamento serão criados mais de 14 mil postos de trabalho permanentes.

 

Fonte:Destak/Lusa

 

Solidariedade: Linha de crédito bonificada para a «economia social»

 

O Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social publicou hoje uma portaria que define as regras de uma linha de crédito “bonificada e garantida”, específica para as entidades que integram o sector social.

 

O documento apresenta o programa de apoio à Economia Social (SOCIAL INVESTE), que tem como objectivo “incentivar as entidades que integram o sector social ao investimento e ao reforço da actividade em áreas existentes ou em novas áreas de intervenção, na modernização dos serviços prestados às comunidades, na modernização de gestão e no reforço de tesouraria”.

 

A portaria publicada em «Diário da República» precisa que a linha de crédito se destina a instituições particulares de solidariedade social, mutualidades, misericórdias, cooperativas, associações de desenvolvimento local e outras entidades da economia social sem fins lucrativos

O financiamento máximo por entidade não pode ser superior a 100 mil euros e tem como limite 95% do montante envolvido no projecto.

 

Fonte: Agência Ecclesia

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO DE 2010, CELEBRADO ENTRE O MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL E A CONFEDERAÇÃO NACIONAL DAS INSTITUIÇÕES DE SOLIDARIEDADE

 

O sector social não só é importante para a economia social, mas é também essencial para a melhoria das condições de igualdade em Portugal. A afirmação foi feita pelo ministro José Sócrates durante a cerimónia de assinatura do protocolo anual de cooperação entre Ministério do Trabalho e Solidariedade Social, a UMP, a União das Mutualidades e a CNIS. Apesar de não haver aumentos nas comparticipações, estão consagradas diversas medidas que visam assegurar a qualidade e a sustentabilidade das instituições.

 

Conheça o protocolo clicando no botão

Não há acordo sobre o custo real do utente dos lares. Estado fixa 775 euros e as instituições dizem gastar 1126.

O Governo e as instituições particulares de solidariedade social (IPSS) não se entendem sobre o custo de manter um idoso ou deficiente num lar. O Estado quer fixar o valor de referência em 775, 77 euros e as organizações dizem gastar 1126,79 euros, mais 351 euros.

 

É uma das razões porque ainda não assinaram o protocolo de cooperação para 2010, o que devia ter acontecido em Junho. Segunda-feira voltam a reunir-se.


A diferença de valores não implica uma maior comparticipação do Estado, que mantém o montante de 2009: 347,31 euros por utente de um lar e 239,31 por criança no pré-escolar.


"O que está em causa é a fixação de um valor de referência por cada utente de um lar, porque é a partir daí que são definidos os outros valores. E não percebemos porque não estipulam uma quantia mais elevada, quando até o estudo do Instituto de Segurança Social (ISS) (ver infografia) indica custos mais altos", diz Manuel Lemos, presidente da União das Misericórdias Portuguesas (UMP).


Os representantes das IPSS protestam que o valor que recebem é sempre inferior aos custos reais e têm dificuldade em dar resposta às famílias mais carenciadas.

 

A União das Misericórdias fez um estudo sobre quanto é que gasta com cada utente, recorrendo aos relatórios e contas das Misericórdias de 2007, tendo em consideração todos os custos incluindo os de pessoal.

 

E concluíram: "O custo técnico por utente no lar de idosos corresponde a 1098,24 euros em 2007 e 1126,79, após a respectiva actualização à taxa de inflação", pelo que o valor estimado de 775,77 euros fica muito desfasado da realidade".

 

Fonte: Diário de Notícias, escrito por Céu Neves

de 9 de Setembro



Cavaco Silva apela à união dos portugueses e afirma que a pobreza "não é realidade sem remédio"

O Presidente da República afirmou hoje que a pobreza em Portugal "não é uma realidade sem remédio", tendo apelado à união de todos os portugueses para vencer as dificuldades que o país atravessa.

 

 

O Presidente da República afirmou hoje que a pobreza em Portugal "não é uma realidade sem remédio", tendo apelado à união de todos os portugueses para vencer as dificuldades que o país atravessa.

Cavaco Silva inaugurou hoje uma unidade residencial para idosos da Santa Casa da Misericórdia de Sardoal, instituição que celebra 500 anos de actividade, e participou na sessão comemorativa do 479º aniversário da elevação daquela localidade do distrito de Santarém à categoria de vila, por Carta Régia de 22 de Setembro de 1531.

O chefe de Estado sublinhou, na sua alocução, o "meio milénio de actividade no apoio aos mais frágeis, a doentes, a idosos carenciados e a crianças" por parte da Misericórdia, tendo observado que os governantes "demoraram muito tempo a reconhecer a importância" destas instituições.

"Só agora", afirmou, "face ao aumento da pobreza e do desemprego, que atinge muitos milhares de portugueses, os agentes políticos reconhecem este papel das Misericórdias e reconhecem-no face ao aumento do desemprego, ao aumento da exclusão social e da pobreza, …s situações de emergência e de novos pobres".

"O que seria de Portugal neste tempo de crise que atravessamos se não fosse a dedicação de milhares de portugueses a apoiarem os mais fracos da nossa sociedade?", questionou Cavaco Silva.

"Sempre valorizei o papel das Misericórdias", disse, assegurando que o vai "continuar a fazer no futuro".

O Presidente da República referiu-se ainda ao papel do mundo rural, afirmando que "um Interior despovoado e envelhecido significa um país mais pobre".

O mundo rural "faz parte da nossa identidade e não há um Portugal rico e de progresso se ele estiver confinado a uma estreita faixa do Litoral", observou.

de 22 Setembro 2010

Críticas à ineficácia da acção social e apelos a políticos e gestores na Semana Social Católica

 

 

Denúncias de ineficácia da acção social e um alerta à mudança de mentalidade dos gestores e agentes políticos marcaram as últimas intervenções da Semana de Pastoral Social, da Igreja Católica, que ontem terminou em Fátima.

O presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social, D. Carlos Azevedo, defendeu ontem, na missa de encerramento da iniciativa, que a mudança de estilo de vida implica um "compromisso comunitário e revolução na mentalidade dos gestores e dos agentes políticos".

Antes, o presidente da Comissão Na cional de Justiça e Paz (CNJP), Alfredo Bruto da Costa, afirmara que o que se faz em Portugal na acção social é "apreciável e necessário, o que não quer dizer que não possa ser aperfeiçoado". Mas, acrescentou, "no que respeita ao combate à pobreza o im- pacto dessa acção é muito diminuto".

Citado pela Lusa, Bruto da Costa afirmou que "a pobreza não é um problema periférico", mas "estrutural da sociedade" e "uma consequência lógica do modo como a sociedade e a economia estão organizadas e funcionam".


Fonte: Jornal Público de 17.09.2010
Escrito por António Marujo

 

Citações para uma reflexão

Aqui deixo duas citações para uma reflexão, colhidas da Carta Encíclica CARITASIN VERITATE do Papa Bento XVI, sublinhando que a economia social, sob a designação de “sector cooperativo e social”, está consagrada na Constituição da República.

 

Para aqueles que me conhecem não é novidade o meu interesse pela doutrina social da Igreja que em nada obnubila a minha discordância a respeito de muitas das suas posições.

 

No caso desta Encíclica impressionou-me, no essencial, o que me parece ser uma genuína, forte e fecunda preocupação do Papa com as questões do “Desenvolvimento humano no nosso tempo”.O aumento sistemático das desigualdades entre grupos socais no interior de um mesmo país e entre as populações dos diversos países, ou seja, o aumento maciço da pobreza em sentido relativo, tende não só a minar a coesão social – e, por este caminho, põe em risco a democracia –, mas tem também um impacto negativo no plano económico com a progressiva corrosão do “capital social”, isto é, daquele conjunto de relações de confiança,de credibilidade, de respeito das regras, indispensáveis em qualquer convivência civil.

 

Ao lado da empresa privada orientada para o lucro e dos vários tipos de empresa pública, devem poder-se radicar e exprimir as organizações produtivas que perseguem fins mutualistas e sociais. Do seu recíproco confronto no mercado, pode-se esperar uma espécie de hibridização dos comportamentos de empresa, consequentemente, uma atenção sensível à civilização da economia.

 

Eduardo Graça

Presidente da Direcção da Cooperativa António Sérgio para a Economia Social

In: Jornal de Notícias, Opinião, 6 de Setembro de 2010

Ser voluntário é gratificante e fácil


Vontade. É desta palavra, com origem no latim “voluntas”, que deriva a palavra voluntariado. Voluntário é aquele ou aquilo que age sem que seja induzido a tal, mas pela própria vontade, por motivação intrínseca.

Tudo o que é expontâneo é voluntário. Com o passar do tempo, a expressão “trabalhador voluntário” transformou-se apenas em “voluntário”, que passou a designar aquelas pessoas que trabalham sem remuneração, geralmente com objectivos filantrópicos, de ajuda ao próximo e assistência social, e que o fazem necessariamente por vontade própria.

A figura do voluntário assistencial existe há milhares de anos, uma passagem muito conhecida é a do “bom samaritano”, parábola bíblica que trata de um viajante da Samaria que, sem esperar nada em troca, provê auxílio a uma pessoa ferida caída na estrada.

Durante muitos anos, coube exclusivamente às religiões o papel do voluntariado e da assistência social, como no caso da saúde e educação. Ao longo dos anos, surgiram organizações como a maçonaria (nos moldes actuais desde o século 18) e clubes de serviços como o Rotary, Lions e o escotismo (início do século 20) que embora não tenham a filantropia e assistência social como seu objetivo principal, têm o voluntariado como mola propulsora, e congregam milhões de pessoas mundo afora.

É importante frisar que todos podem ser voluntários, e há várias formas simples de sê-lo, desde gravar a leitura de livros, para que bibliotecas possam oferecê-los em versão falada a deficientes visuais, a praticar voluntariado sem sair de casa, como se descobre ao digitar “voluntariado online” no Google.

Existe ainda a possibilidade de praticar trabalho voluntário no exterior, como no programa Voluntários da ONU (UNV), que actua em comunidades carentes, áreas de conflito ou em cenários de desastres naturais; ou em acampamentos na Irlanda para cuidar de deficientes (os dois possuem ajuda de custo para o período de voluntariado), por exemplo.

Há vagas para voluntários de todas as idades, escolaridades, nível de renda e qualificação. Para saber onde achar uma oportunidade de emprestar o seu trabalho, o seu conhecimento e o eu tempo, é preciso fazer para si mesmo algumas perguntas que orientarão o caminho: qual habilidade e conhecimento que eu tenho para compartilhar? Quantas horas semanais ou mensais eu posso disponibilizar? Que tipo de trabalho mais me agrada? A partir destas respostas, fica mais fácil encontrar a organização certa.

Por outro lado, o voluntário que as organizações e comunidades mais desejam é o que tenha bom carácter e comprometimento. Voluntários não comprometidos atrapalham. Assim como não se pode deixar de ir ao trabalho remunerado por conta de factores como chuva ou a falta de ânimo, também o trabalho voluntário precisa ser levado a sério, já que há inclusive legislação sobre o assunto.

Participar de projectos sociais e actuar em comunidades carentes desinteresadamente traz diversos benefícios ao voluntário: grande satisfação pessoal, por sentir-se responsável por uma parcela de contribuição à melhoria do mundo; aquisição e exercício de experiências profissionais, que são valorizadas pelas empresas na hora da contractação e podem fazer a diferença na hora da tomada de decisão; favorecimento do uso da criatividade ao aliar poucos recursos e um enorme desafio no combate às más condições de vida; e ser protagonista do desenvolvimento sustentável, o novo paradigma que dominará as empresas, governos e sociedade no século 21.

Ser voluntário é gratificante e fácil, basta ter comprometimento e vontade.

Fonte: extraído de um artigo intitulado:”Amor sem preço”

de GUILHERME AUGUSTO HEINEMANN GASSENFERTH

site: clicRBS