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O Blog da Santa Casa da Misericórdia de Torres Vedras

As últimas notícias sobre o Lar de Nossa Senhora da Misericórdia, Clínica Domus Misericordiae, ERPI, Creche, Jardim de Infância, CATL, Centro de Dia e Serviço de Apoio Domiciliário

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União das Misericórdias e CEP em diálogo sobre as «Bases de um Compromisso»

 

 

 

Na sequência da aprovação pela Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) das «Bases de um Compromisso», a União das Misericórdias Portuguesas (UMP) e Santas Casas de Misericórdia de Portugal “congratulam-se com a aprovação por unanimidade, pela CEP, do acordo alcançado em diálogo com a UMP”.

Numa declaração enviada hoje (12 de Novembro) à Agência ECCLESIA, o presidente da UMP, Manuel de Lemos, sublinha que estes organismos (UMP e Santas Casas) “manifestam a sua disponibilidade para o subscrever logo que a CEP crie as condições necessárias para que as Bases do Compromisso venham a produzir inequívocos efeitos na Ordem Jurídica Canónica, nomeadamente perante terceiros”.

Ontem, em Fátima, no encerramento dos trabalhos da Assembleia Plenária da CEP anunciou-se a aprovação das «Bases de um compromisso» com a UMP, para tentar concluir o diferendo que opõe as duas partes.

D. Jorge Ortiga, presidente da CEP, confia no acordo com a UMP, assegurando que “o diálogo resolve possíveis coisas que podem parecer mal-entendidos” e que, da parte da Igreja, nunca houve intenção de criar qualquer “guerra”.

“Vamos agir em comum, que é aquilo que nos interessa, e vamos continuar o nosso diálogo”, assinalou, lembrando que na sua história de «cinco séculos», as Misericórdias sempre tiveram um "regime especial".

O diferendo surgiu depois de os Bispos publicaram um Decreto Geral para as Misericórdias, afirmando que as mesmas são “associações públicas de fiéis”, subordinadas, por isso, às autoridades da Igreja. O texto foi aprovado pela Congregação para os Bispos, da Santa Sé, no último mês de Junho.

Actualmente a UMP integra e coordena aproximadamente cerca de 400 Santas Casas de Misericórdia, em Portugal, incluindo as Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores, e apoia a fundação e recuperação de Misericórdias nos Países de Língua Portuguesa (Angola, São Tomé, Moçambique e Timor-Leste) e ainda nas comunidades de emigrantes.

 

Fonte: Agência Ecclesia