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O Blog da Santa Casa da Misericórdia de Torres Vedras

As últimas notícias sobre o Lar de Nossa Senhora da Misericórdia, Clínica Domus Misericordiae, ERPI, Creche, Jardim de Infância, CATL, Centro de Dia e Serviço de Apoio Domiciliário

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Notícia do Jornal Badaladas: Novos órgãos sociais da Santa Casa de Torres Vedras tomaram posse

 

Sob o signo da qualidade e da excelência

 

Luís Rodrigues, reeleito presidente da mesa da assembleia geral da Santa Casa da Misericórdia de Torres Vedras, deu posse no passado dia 6 aos elementos que compõem os novos órgãos sociais daquela secular instituição benemérita torriense, eleitos em novembro último.

A lista maioritariamente reconduzida do mandato anterior ficou assim constituída: assembleia geral - Luís Rodrigues (presidente), António F. Nunes e João M. Oliveira; mesa administrativa - Vasco Fernandes (provedor), Manuel Rosado, António Bento, Fernando Ramos, Luís S. Lopes, Carlos A. Reis, Vítor M. Antunes, Luís O. Rodrigues, Vítor N. Santos e João S. Perdigão; conselho fiscal - Vítor M. Marques (presidente), Vasco L. Rodrigues, Celestino D. Pereira, Jacinto F. Leandro e Guilherme A. Ferreira.

Perante uma igreja da Misericórdia repleta de convidados, o provedor Vasco Fernandes fez questão de entregar lembranças a três funcionárias que completaram agora 25 anos ao serviço da Santa Casa, são elas: Rosa Cruz, Helena Oliveira e Cristina Pinto. 

Seguidamente aquele responsável, no seu discurso, fez um apelo à discussão do Estado social na Assembleia da República e pediu ao Governo um reajustamento aos protocolos hoje existentes. Não deixando de frisar contudo que os tempos são difíceis, frisou a qualidade e a excelência dos serviços prestados por uma instituição que já tem 450 anos de existência, nomeadamente na dádiva ao próximo, na proteção e na ajuda aos que mais necessitam. 

A tomada de posse foi antecedida pela celebração duma Eucaristia, presidida pelo padre Vítor Melícias e concelebrada pelo cónego Horácio Correia, terminando com um concerto de órgão e um Torres d”honra com bolo rei.

 

Fonte: Badaladas - Redação

Estado e instituições sociais assinam acordo

 

O primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, disse hoje que as instituições de solidariedade social têm um papel “crucial” para enfrentar a atual crise no país, desejando que as mesmas tenham “estabilidade” para desenvolver a sua atividade.

 

“Vivemos um tempo de emergência social. É indispensável que o Estado promova esta proximidade com as instituições, que têm uma rede capilar, um conhecimento transversal de toda a sociedade”, disse, após a assinatura dos protocolos de cooperação entre o Governo, a Confederação Nacional das Instituições Sociais (CNIS), a União das Misericórdias Portuguesas e a União das Mutualidades Portuguesas, que decorreu no Palácio de São Bento, Lisboa.

 

Falando num “contrato de confiança” com o Estado, Passos Coelho elogiou “aqueles que não estando na órbita do Estado, têm uma história afirmada, neste caso na área social” pelo seu “espírito de abertura e de diálogo”.

 

O primeiro-ministro admitiu que “o Estado não tem condições, por si só, para poder acudir a quem mais precisa”, sublinhando que “há uma capacidade instalada” nas instituições sociais que poderia “estar ao serviço de mais jovens, de mais idosos, de mais pessoas carenciadas”.

 

Os protocolos assinados esta tarde abrangem dois anos (2011 e 2012) e definem, segundo a CNIS, “um novo rumo com quatro marcas que o estabelecerão como referência de um antes e um depois: flexibilização das comparticipações familiares, privilegiação das instituições de Solidariedade na contratualização de serviços a prestar à comunidade, acompanhamento na atribuição de subsídios pelas organizações representativas do setor e direito de escolha dos pais na educação para os seus filhos”.

 

Segundo Pedro Passos Coelho, “o Estado assume o valor das dívidas que têm penalizado estas instituições e assegura com elas um quadro muito definido e estável de intervenção”.

 

Pedro Mota Soares, ministro da Solidariedade e da Segurança Social, anunciou, por sua vez, que o Governo vai transferir para as instituições sociais 1200 milhões de euros, o que corresponde a um aumento de 1,3 por cento em relação ao Orçamento do Estado de 2010.

 

Leia aqui o PROTOCOLO COOPERACAO 2011-2012

 

 

Fonte: Agencia Ecclesia

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO 2011/2012

 

Em cerimónia prevista para as 15 horas, no dia 17 de Janeiro (3ª feira), no Palácio de S. Bento, em sessão presidida pelo Primeiro Ministro, Pedro Passos Coelho, decorrerá a cerimónia de assinatura dos Protocolos de Cooperação entre o Estado e as três organizações representativas do Sector Solidário (União das Mutualidades, União das Misericórdias e Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade). 

Os Protocolos serão para os dois anos (2011 e 2012). Para além do valor de actualização da comparticipação e de outras opções, o Protocolo de Cooperação define um novo rumo com quatro marcas que o estabelecerão como referência de um antes e um depois: flexibilização das comparticipações familiares, privilegiação das Instituições de Solidariedade na contratualização de serviços a prestar à comunidade, acompanhamento na atribuição de subsídios pelas organizações representativas do Sector e direito de escolha dos pais na educação para os seus filhos, nomeadamente na frequência da valência de ATL. Para a cerimónica de assinatura estão convidados todos os presidentes das Uniões Distritais. 

 

Fonte: Portal Solidariedade

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