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O Blog da Santa Casa da Misericórdia de Torres Vedras

As últimas notícias sobre o Lar de Nossa Senhora da Misericórdia, Clínica Domus Misericordiae, ERPI, Creche, Jardim de Infância, CATL, Centro de Dia e Serviço de Apoio Domiciliário

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O voluntariado já chegou ao Facebook, uma estratégia para captar cada vez mais jovens

A propósito do Ano Europeu do Voluntariado e da Cidadania Activa, Isabel Jonet, presidente do Banco Alimentar Contra a Fome e da Entrajuda, lança esta semana o Volunteerbook, uma plataforma que utiliza a base de dados da Bolsa de Voluntariado e que vai correr directamente no Facebook.

 

 

"Ser voluntário é um comprometimento perante a sociedade", diz Isabel Jonet. As cerca de 17 mil pessoas e 700 empresas que já se inscreveram na Bolsa de Voluntariado, desde que o site foi criado há cinco anos, levam esse compromisso muito a sério. 

O espírito solidário dos portugueses parece estar bem vivo. Na última campanha do Banco Alimentar Contra a Fome, realizada em Novembro de 2010, o número de voluntários foi o mais elevado de sempre. A presidente da instituição tem uma explicação: "Em tempos de crise, verifica-se um recrudescimento da generosidade".

Constatando que os portugueses têm uma grande vontade de ajudar, Isabel Jonet decidiu fazer uso da popularidade das redes sociais entre os jovens para captar voluntários mais novos e promover o voluntariado como "uma maneira de viver". O projecto tem a parceria do Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado, do Instituto Português da Juventude e da Federação Nacional das Associações Juvenis. 

Contando com a colaboração do Instituto Nacional de Estatística (INE), o Volunteerbook facilitará o estudo do fenómeno do voluntariado em Portugal. Segundo estatísticas disponíveis no site da Entrajuda, actualmente a Bolsa de Voluntariado é composta maioritariamente por jovens adultos e com elevadas qualificações.

Entusiasmada, Isabel Jonet descreve o Volunteerbook numa palavra: "sonho". "O site vai permitir dar visibilidade às ideias e ao trabalho de pessoas anónimas", diz.

No Volunteerbook, cada potencial voluntário inscreve-se e detalha onde e em que áreas pretende ajudar. As organizações, por seu lado, publicitam as suas oportunidades de voluntariado, têm os interessados a concorrer directamente e seleccionam o que mais lhes convém. A Entrajuda, entidade que coordena a bolsa, actua como mediadora, certificando que nenhuma instituição age de forma menos solidária. 

Graças à georreferenciação da oferta e da procura é fácil conciliar a localização dos voluntários com as instituições que precisam de apoio. Cada amigo pode depois convidar mais amigos, partilhar ligações e até usar facebookcredits - o dinheiro virtual existente, por exemplo, no jogo Farmville - para ajudar financeiramente as IPSS. 

"O projecto tem também um potencial estatístico muito interessante. E, por isso, convidámos o INE a integrar a plataforma e a partir daqui estudar o voluntariado em Portugal", revela Isabel Jonet. Pedro Ferraz, gestor de projetos na área da informática, actualmente no desemprego, é o responsável pela rede social voluntária. Enquanto vai a entrevistas de emprego desenvolve o Volunteerbook. "Queremos também trazer as empresas para a plataforma. Vai ser possível publicitarem as suas práticas de responsabilidade social e promoverem o voluntariado junto dos colaboradores". explica. 

Actualmente, a Bolsa de Voluntariado é maioritariamente composta por jovens adultos, com elevadas qualificações. Quanto a áreas de especialidade, lideram os professores (mais de mil) e abundam psicólogos, engenheiros, gestores, informáticos, economistas e enfermeiros. As mulheres dominam.

 

Fonte: Público

Por Daniela Adónis Carneiro

 

Helena André: Parcerias entre o Estado e instituições privadas “são virtuosas”

A ministra do Trabalho e da Solidariedade Social, Helena André, considerou hoje que as parcerias entre o Estado e as instituições privadas de solidariedade “são virtuosas” no seu papel social e, sobretudo, no combate ao desemprego.

 

“É muito importante que se possa aliar a construção de equipamentos sociais, com objetivo de melhorar a qualidade de vida das famílias e utentes, à criação de novos postos de trabalho, sobretudo em meios mais pequenos do país”, disse.

 

No final da inauguração e bênção do Lar de Idosos da Santa Casa da Misericórdia de Leomil, no concelho de Moimenta da Beira, Helena André disse aos jornalistas que, durante o período de construção dos mais de 800 equipamentos sociais em curso no país, serão temporariamente empregadas mais de 16 mil pessoas.

 

“Para além do papel social, em que é dada resposta a famílias e utentes, apoia a luta contra o desemprego, que é um flagelo da nossa sociedade”, sublinhou.

 

A ministra do Trabalho e da Solidariedade Social apontou que depois dos mais de 800 equipamentos sociais previstos para o país estarem em funcionamento serão criados mais de 14 mil postos de trabalho permanentes.

 

Fonte:Destak/Lusa

 

Ano do Voluntariado: Arranque oficial com semana de celebração em Lisboa

 

 

O início do Ano Europeu do Voluntariado (AEV) em Portugal vai acontecer no próximo dia 3 de Fevereiro, com uma mostra de vários projectos de voluntariado no Fórum Picoas, em Lisboa.

 

Às 18h30, o arranque oficial vai contar com a presença de elementos do Governo português e representantes das principais instituições que trabalham com voluntários.

 

Na ocasião, vai ser igualmente apresentado o programa nacional para o AEV que “conta já com mais de 500 acções espalhadas pelo país”, indica o site oficial da iniciativa.

 

Em Lisboa, a «Volta do Voluntariado» engloba mais de uma centena de eventos, entre 3 e 9 de Fevereiro, com entrada livre das 12h00 às 20h00.

Fernanda Freitas, coordenadora nacional do Ano Europeu do Voluntariado, explicou em entrevista à ECCLESIA, que estas «voltas» “querem transmitir a disponibilidade que as entidades têm para receber, mas também provocar o inverso – as pessoas devem dirigir-se às entidades e oferecer-se como voluntários".

 

Fernanda Freitas, coordenadora nacional do Ano Europeu do Voluntariado, explicou em entrevista à ECCLESIA, que estas «voltas» “querem transmitir a disponibilidade que as entidades têm para receber, mas também provocar o inverso – as pessoas devem dirigir-se às entidades e oferecer-se como voluntários".

 

“É uma feira de voluntariado, que começa em Lisboa. O desafio da Comissão Europeia é situar esta volta nas capitais, mas a comissão portuguesa de acompanhamento do ano, quis ser mais ambiciosa”, adiantou Fernanda Freitas, pelo que a iniciativa vai espalhar-se pelo país.

 

No dia 27 de Novembro de 2009, o Conselho de Ministros da União Europeia declarou oficialmente 2011 como «Ano Europeu das actividades voluntárias que promovam uma cidadania activa».

 

Fonte:Agência Ecclesia

 

O voluntariado e as Misericórdias

 

 

O voluntariado e as Misericórdias têm caminhado lado a lado ao longo do tempo. Contrariamente ao que é comum pensar, a primeira Misericórdia nasceu em Itália, mais precisamente em Florença, no ano de 1244. Em Portugal, a primeira Misericórdia – a de Lisboa – foi criada em 1498, sob o mandato da então regente, Rainha D. Leonor. Rapidamente se difundiram a todo o País e pelo mundo fora.

 

Ora, desde a fundação das Misericórdias até aos nossos dias, o voluntariado é uma presença constante na missão das Misericórdias, pelo que as Santas Casas merecem considerarem-se como as pioneiras do voluntariado em Portugal.

Na origem do movimento das Misericórdias está o princípio do Voluntariado, isto é, o princípio que leva alguém a ajudar, desinteressadamente, o outro que sofre, está em dificuldade, perigo ou risco. As Obras de Misericórdia são a expressão máxima do que o conceito de Voluntariado contém: Disponibilidade, Solidariedade, Desinteresse na Recompensa e Espírito de Missão. 

A cultura tradicional de voluntariado permite, assim, que lhe associemos expressões como Caridade, Solidariedade, Bondade, Espírito de Sacrifício, Gratuitidade, Religião e Altruísmo. Mas o desafio da actualidade é a associação entre Voluntariado e conceitos como Responsabilidades, Compromisso, Direitos, Deveres. 

Poder-se-á, assim, dizer que o Voluntariado é uma actividade de sempre e uma missão nos dias de hoje, já que é uma actividade inerente ao exercício de cidadania que se traduz numa relação solidária para com o próximo, participando de uma forma livre, responsável e organizada, na solução dos problemas que afectam a sociedade em geral.

 

Com origem no latim (voluntarìu), o Voluntário é aquele que se compromete a cumprir determinada tarefa ou função sem ser obrigado a isso e sem obtenção de qualquer benefício material em troca. É aquele que, pelo seu espírito cívico, dedica parte do seu tempo, sem qualquer remuneração, a diversas actividades de bem-estar social ou outros campos de intervenção. De acordo com a mesma Lei, (Artigo 3º) «O voluntário é o indivíduo que de forma livre, desinteressada e responsável se compromete, de acordo com as suas aptidões próprias e no seu tempo livre, a realizar acções de voluntariado no âmbito de uma organização promotora».

 

Fonte: União das Misericórdias Portuguesas

Solidariedade: Linha de crédito bonificada para a «economia social»

 

O Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social publicou hoje uma portaria que define as regras de uma linha de crédito “bonificada e garantida”, específica para as entidades que integram o sector social.

 

O documento apresenta o programa de apoio à Economia Social (SOCIAL INVESTE), que tem como objectivo “incentivar as entidades que integram o sector social ao investimento e ao reforço da actividade em áreas existentes ou em novas áreas de intervenção, na modernização dos serviços prestados às comunidades, na modernização de gestão e no reforço de tesouraria”.

 

A portaria publicada em «Diário da República» precisa que a linha de crédito se destina a instituições particulares de solidariedade social, mutualidades, misericórdias, cooperativas, associações de desenvolvimento local e outras entidades da economia social sem fins lucrativos

O financiamento máximo por entidade não pode ser superior a 100 mil euros e tem como limite 95% do montante envolvido no projecto.

 

Fonte: Agência Ecclesia

15 de Janeiro, dia da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade

 

A CNIS, Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade, faz 30 anos no dia 15 de Janeiro de 2011. É um momento importante para a Confederação que congrega a maioria das IPSS portuguesas. O Protocolo da Cooperação foi assinado com o governo há poucos dias, um documento de negociação difícil que vai pautar as relações entre o Estado e as instituições nestes tempos de crise.

 

“No dia quinze de Janeiro de mil novecentos e oitenta e um, na cidade do Porto e na Rua de Costa Cabral, número cento e vinte e oito, perante mim, José Cabral de Matos, Notário no Terceiro Cartório Notarial do Porto, compareceram como outorgantes: (…)” 
Assim começa o documento histórico da constituição formal da União das Instituições Privadas de Solidariedade Social. Foram 43 os outorgantes que representavam 45 instituições, todas do Norte e, em grande maioria, do Porto. Duas acabaram por faltar à escritura. O documento notarial, com 30 páginas, define o quadro legal em que se inscreve a União, as finalidades e atribuições, as obrigações dos órgãos directivos, o regime financeiro e obrigava à criação imediata de uma comissão administrativa com o prazo de um ano para convocar eleições.

 

30 anos depois, a Direcção da CNIS, liderada pelo padre Lino Maia, decidiu escolher esse dia para festejar o nascimento da organização social. “É importante que haja um dia especial que seja oportunidade para reconhecer a importância da CNIS, a sua dimensão e a sua força. O facto da escritura da constituição da UIPSS ter sido no dia 15 de Janeiro de 1981 dá-nos um pretexto histórico muito forte.

 

Fonte: Solidariedade

Efeméride - WIKIPEDIA, décimo aniversário

 

No dia 15 de Janeiro, passam dez anos sobre a data em que Jimmy Wales e Larry Sanger criaram a enciclopédia online, batizada de Wikipedia. Como muitas iniciativas que inicialmente parecem estranhas, o projecto recebeu todo o tipo de comentários ofensivos e insultos, porque esta dupla de inovadores apareceram com uma idéia que se encaixava como uma luva na filosofia da rede: global e participativa. Ao contrário das enciclopédias tradicionais como a Britannica  em que cada entrada é confiada a um especialista ou grupo de especialistas, a Wikipedia tem sido alimentada,  alterada e renovada por voluntários em todo o mundo.


Com 271 edições em diversas línguas e 17 milhões e meio de entradas , são criados 400 novos artigos por dia com uma média de 225 colaboradores hiperactivos que actualizam ou editam os textos continuadamente.

 


Com o seu espirito comunitário e um trabalho voluntário de milhares de colaboradores, a Fundacão Wikipedia vive de donativos. A última campanha anual foi um enorme sucesso. Conseguiu 16 milhões de dólares (12,3 milhões de euros) de donativos para continuar a ser aquilo que é, a mais volumosa e completa enciclopédia mundial.

 

Fonte:Wikipedia

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